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domingo, 15 de julho de 2018

NASA mostra FOTO de misteriosas 'aranhas marcianas'



Marte
A NASA publicou a foto de um fenômeno peculiar avistado na superfície de Marte e parecido com "aranhas". A foto foi captada pela câmera HiRISE, instalada a bordo da nave espacial Mars Reconnaissance Orbiter.


Nota-se que com a chegada da primavera no planeta vermelho o gás carbônico "fura" a camada de gelo no Polo Sul de Marte. Em seguida, o gás entra na atmosfera, enquanto em torno dos buracos surgidos assenta uma poeira escura.
Fenômeno peculiar avistado na superfície de Marte e parecido com aranhas
Fenômeno peculiar avistado na superfície de Marte e parecido com "aranhas"
Como resultado, a superfície do planeta fica literalmente "pontilhada" com tais formações, comparadas por pesquisadores com aranhas negras em sua "teia" de gelo.
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domingo, 8 de julho de 2018

FOTO de sonda da NASA revela mudanças drásticas na superfície de Marte



Resultado de imagem para FOTO de sonda da NASA revela mudanças drásticas na superfície de Marte
Uma sonda da agência espacial norte-americana detectou mudanças significativas na superfície marciana depois de ter captado imagens do mesmo local depois de mais de uma década.
O satélite de reconhecimento de Marte, MRO (na sigla em inglês), registrou em dezembro de 2006 os depósitos estratificados do Polo Norte do planeta vermelho. Uma nova imagem, captada pelo aparelho em 25 de março do ano corrente e publicada pela NASA em 6 de julho no seu site oficial, mostra a impressionante transformação na superfície de Marte provocada por uma avalanche de gelo.


Depósitos estratificados no Polo Norte de Marte (25 de março de 2018)
Depósitos estratificados no Polo Norte de Marte (25 de março de 2018)
De acordo com a agência espacial, os bordos íngremes dos depósitos estratificados do Polo Norte de Marte são "uma das áreas mais ativamente alteradas" do quarto planeta do nosso Sistema Solar. Em uma animação que compara as imagens, é possível ver uma região em que vários penhascos de gelo entraram em colapso, por exemplo.
Depósitos estratificados no Polo Norte de Marte (1º de dezembro de 2006)
Depósitos estratificados no Polo Norte de Marte (1º de dezembro de 2006)
No momento, a câmera HiRISE, localizada a bordo do MRO, está gravando imagens de regiões fotografadas pela primeira vez entre 2006 e 2007, ou seja, há seis anos marcianos. As imagens permitem criar uma base de referência e observar mudanças em diferentes escalas.




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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Vida pode ter deixado “autógrafos” em Marte – e essa física quer encontrá-los






Pesquisadora pretende descobrir em missões espaciais moléculas que forneçam indícios da presença de vida no planeta
Imagem de gelo polar no planeta Marte – Foto: Divulgação / IFSC

Detectar evidências da existência de vida – passada ou presente – no planeta Marte por meio de futuras missões espaciais é o objetivo do projeto apresentado pela pesquisadora Maria Fernanda Cerini no Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. A ideia é aproveitar as missões para tentar encontrar bioassinaturas moleculares, que são rastros ou vestígios da presença de vida que se apresentam na forma de moléculas. As moléculas encontradas na exploração de Marte serão analisadas com a técnica de caracterização espectroscópica, ou seja, por meio da interação com a luz serão obtidas informações sobre sua composição, as quais ajudarão a identificar as bioassinaturas.
O projeto Simulações ambientais e caracterização espectroscópica in situ de potenciais bioassinaturas moleculares para aplicação em missões espaciais utiliza princípios de astrobiologia. “Os astrobiólogos estudam a origem dos elementos e a formação das moléculas, e investigam os mecanismos e condições que levaram ao surgimento da vida no nosso planeta, considerando diversos fenômenos do Universo, como, por exemplo, raios cósmicos e radiação estelar, bem como cometas e asteroides colidindo com a Terra e enriquecendo-a com novas matérias-primas”, aponta Maria Fernanda. “Este projeto está mais focado na distribuição da vida no Universo, questionando se houve (ou se ainda há) vida fora de nosso planeta.”






Imagem do Cube Sat, que será utilizado em missões de exploração da superfície lunar – Foto: Divulgação / IFSC

O primeiro desafio que Maria Fernanda aponta é como procurar essa vida que, se existiu, deixou rastros – as designadas “bioassinaturas”. “Bioassinaturas são marcas ou evidências da presença de vida, passada ou presente, e elas podem se apresentar de diversas formas, como, por exemplo, através de fósseis, isótopos, moléculas ou até fenômenos”, afirma a pesquisadora.
O projeto de pesquisa tem como meta a descoberta de evidências moleculares, ou bioassinaturas moleculares, utilizando caracterização espectroscópica das mesmas – na qual a interação da luz com a matéria fornece informações sobre sua natureza. O limite espacial para desencadear as buscas denominadas in situ (= no lugar) – em oposição a buscas remotas (feitas com telescópios e satélites) – se resume aos planetas, cometas e outros corpos celestes que se encontram no nosso sistema solar, pois requerem o envio de sondas até a superfície desses corpos. E a escolha recaiu sobre o planeta Marte.

Marte

“Optei por Marte porque, além de ser um dos planetas vizinhos da Terra, ele tem o potencial de ter abrigado vida e de preservar seus resquícios”, explica Maria Fernanda. “A intenção de minha pesquisa é definir quais biomoléculas poderiam ser sinais de vida, auxiliar na escolha dos equipamentos de uma sonda e do seu local de pouso em Marte, onde será feita uma série de leituras espectroscópicas buscando as bioassinaturas.”
Já ocorreram diversas missões espaciais para exploração da superfície marciana, tanto remotas quanto através de sondas, como, por exemplo, a Viking, a Pathfinder e hoje a Curiosity. Tais missões já apontaram a presença de água congelada em sua superfície e evidências de que Marte já foi mais quente e coberto de oceanos de água líquida, pela presença de marcas de erosão, como canais e cânions, e de argilas (formadas por interação de rochas com água).
Tudo isso se conjuga para que, possivelmente, tenha existido vida em Marte, pois acredita-se que essas condições facilitam o surgimento e evolução da vida e a preservação de bioassinaturas.


Câmara de simulação espacial e planetária utilizada em pesquisas de astrobiologia – Foto: Divulgação / IFSC

Contudo, a discussão entre pesquisadores sobre a vida extraterrestre não é pacífica, já que alguns deles pensam no assunto fora do entendimento e dos conceitos da vida terrestre, que, como sabemos, é baseada em química orgânica (moléculas compostas principalmente por carbono, hidrogênio e oxigênio). “Pode haver vida baseada em silício?” – questiona Maria Fernanda, que imediatamente argumenta, respondendo à própria questão: “Pode ser que sim, mas hoje em dia já temos evidências da existência de moléculas orgânicas espalhadas por todo o lado, inclusive pelo espaço sideral, como comprovam inúmeras observações astronômicas. Temos meteoritos que caíram no nosso planeta e eles continham, por exemplo, aminoácidos”, sublinha a pesquisadora.






Pesquisadora Maria Fernanda Cerini, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, que elaborou o projeto – Foto: Divulgação / IFSC

Além de pensar em missões espaciais para pouso em Marte, o projeto de Maria Fernanda Cerini compreende ainda outras formas de dar suporte à prospecção de vida extraterrestre, como, por exemplo, realizando experimentos na estratosfera, um ambiente acessível e análogo a Marte por ter baixas temperaturas, pressões e umidade, e alta taxa de radiação. Em uma parceria com o Grupo Zenith, da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), seu grupo de pesquisa envia sondas a bordo de balões de alta altitude que permitem testar a resistência da vida e de suas bioassinaturas em ambientes extremos (expondo microrganismos terrestres e biomoléculas a essas condições). Ela participou dos projetos Garatéa I e Garatéa II, semelhantes ao projeto mais recente, Garatéa III, lançado em abril último.
Além disso, uma grande perspectiva da pesquisadora é lançar seus experimentos no espaço profundo, a bordo dos chamados “CubeSats” – pequenos satélites com forma de cubos de 10 centímetros –, para a mesma finalidade.
Maria Fernanda Cerini tem 26 anos, fez graduação em Química na Universidade de Campinas (Unicamp), realizou um intercâmbio acadêmico no Reino Unido e fez seu mestrado em Física Biomolecular no IFSC, no âmbito do projeto de pesquisa em Astrobiologia no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).
Rui Sintra / Assessoria de Comunicação do IFSC
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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Nave extraterrestre é encontrada pairando sobre superfície de Marte (VÍDEO)



Marte (ilustração)
Objeto esquisitíssimo foi capturado pelo rover planetário Curiosity enquanto sobrevoava Marte.


O vídeo mostra que não se trata de um simples minério ou rocha. Você pode ver que o objeto está pairando no ar a uma distância visível entre a "nave" e o terreno.
O autor do vídeo utiliza filtros e aproxima a imagem para defender sua descoberta da nave extraterrestre no ar marciano. Para ele, pode se tratar de uma nave completa ou uma parte dela, que foi esquecida no território do Planeta Vermelho como resultado de guerra espacial.
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Segredos do Planeta Vermelho: nave extraterrestre é vista na superfície de Marte (FOTO)


A superfície de Marte (ilustração)


A realidade ultrapassa a ficção. As câmeras do Oportunity, da missão Mars Exploration Rover da NASA, captaram uma foto de um objeto muito parecido com uma nave espacial alienígena. Pelo menos é o que os "arqueólogos" virtuais afirmam.


Um usuário do portal Redditcompartilhou uma imagem instantânea da superfície de Marte tomada por câmeras do rover Oportunity em 2005, onde pode ser visto um objeto misterioso que lembra uma espaçonave extraterrestre.
"Ei, NASA? Um OVNI captado pela missão Mars Exploration Rover? Será que isso é real?", escreveu um usuário comentando a imagem publicada.
Os usuários da Internet se dividiram em dois grupos. Mas a maioria estima que o objeto misterioso é de fato uma nave espacial extraterrestre.


"Essencialmente é isso. Extraterrestres em Marte", escreveu um dos usuários do portal KaneinEncanto.
​A NASA ainda não deixou comentários sobre o assunto e não se pronunciou sobre a "descoberta".
Além disso, vale a pena notar que a informação transmitida pelo The Independent já tinha sido difundida pela mídia internacional.

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Vestígios de civilização extraterrestre? Ufólogos acham 'cidade antiga' em Marte (VÍDEO)


A impressão de um artista da separação do módulo, chamado Schiaparelli, indo a Marte


Ao analisar as imagens de Marte, obtidas nas missões espaciais, os ufólogos detectaram objetos extraordinários que lembram ruinas antigas, informa o jornal Moskovsky Komsomolets.


De acordo com ufólogos, esta descoberta abre as portas para a possibilidade de existência de uma cidade antiga em Marte, que teria sido habitada por extraterrestres. 
No vídeo dedicado ao "descobrimento", ufólogos comparam várias imagens de Marte com fotos de cidade antigas terrestres, chegando à conclusão de que há muitas coincidências entre elas. 
Além do mais, os autores do vídeo acusam especialistas da NASA de terem retirado alguns edifícios antigos com ajuda de programas de edição de imagens para esconder a existência dos mesmos, o jornal Moskovsky Komsomolets cita as palavras dos autores.
Por sua vez, a comunidade científica afirma que são apenas rochas que conseguiram tais formas extraordinárias devido à pressão atmosférica em Marte.   

Entretanto, vários cientistas renomados não excluem a possibilidade de haver vida no Planeta Vermelho. Os argumentos desta hipótese são baseados na recente descoberta do zinco e do germânio na área da cratera de Gale, mas a vida tratada por eles corresponde a organismos unicelulares, ao invés de seres superinteligentes.



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domingo, 1 de julho de 2018

Matéria de Capa | Aliens 2018 | 25/03/2017

Resultado de imagem para astronautas
Será que 2018 vai entrar para a história da humanidade como o ano da descoberta de outros mundos habitados, além da Terra? O anúncio da existência de sete planetas semelhantes à Terra e, potencialmente habitáveis, despertou uma corrida entre astrônomos de todo o mundo. A ansiedade entre os cientistas cresce ainda mais com a entrada em operação, em 2018, do novo Super Telescópio James Webb, que será capaz de levar o olho humano a distâncias nunca antes imaginadas. Enquanto isso, os cientistas intensificam os planos para instalação de uma colônia humana em Marte e já planejam até a instalação de uma atmosfera artificial, semelhante à existente na terra, para proteger os futuros moradores das radiações e dos ventos solares.




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