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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pistas sobre origem da vida na Terra podem estar em Marte




A NASA descobriu vestígios da existência de um mar em Marte há 3,7 milhões de anos que podem conter a resposta para um dos grandes mistérios do nosso planeta: o da origem da vida.


ESA & MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/RSSD/INTA/UPM/DASP/IDA, CC BY-SA 3.0 IGO
Ninguém sabe ao certo quais são as origens da vida no planeta Terra nem o ambiente em que esta se formou. Contudo, a NASA descobriu vestígios da existência de um lago gigante no sul de Marte que podem conter pistas sobre a origem da vida na Terra, que se sabe ter aparecido há cerca de 4 mil milhões de anos.
A agência norte-americana encontrou depósitos de minerais debaixo da bacia da Eridania que levam a crer que terá tido um lago gigante há cerca de 3,7 mil milhões de anos. Estes depósitos terão resultado de atividade vulcânica que aquecia a água parada. De acordo com Paul Niles, geologista planetário da NASA e co-autor do estudo do local, este pode esclarecer o “tipo de ambiente onde a vida pode ter começado na Terra”.

Esta região do mar da Eridania mostra alguns dos depósitos em questão, parcialmente enterrados debaixo de outros depósitos vulcânicos mais recentes. Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS
Numa notícia publicada no site da NASA, Niles diz que a “atividade vulcânica combinada com a água parada providenciou condições que provavelmente eram semelhantes a condições existentes na Terrapor volta da mesma altura”. E foi nessa altura, diz o geologista, que a vida “estava a evoluir” no nosso planeta.
Apesar de isto não querer dizer que alguma vez se vá descobrir que Marte teve vida, o achado pode dar pistas essenciais no que toca a perceber em que ambiente surgiu a vida na Terra. Até porque as provas mais antigas de vida no nosso planeta foram encontradas em depósitos com características semelhantes.

Este diagrama é uma interpretação de como alguns dos depósitos do Eridania se formaram. Representados a verde, estes depósitos são resultado da alteração do material vulcânico graças à atividade hidrotermal. O diagrama também propõe a possibilidade de o mar ter estado coberto por uma camada de gelo. Crédito: NASA
Segundo Niles, o lago, que terá tido um tamanho 10 vezes maior do que todos os Grandes Lagos da América do Norte, era “profundo” e de “longa vida”, um “ambiente hidrotermal” como os da Terra e semelhante a ambientes onde seria possível encontrar vida noutros planetas. “Vida que não precisa de uma boa atmosfera ou de uma superfície temperada, mas apenas rochas, calor e água“, afirma o norte-americano.
O estudo, da co-autoria de Paul Niles e Joseph Michalski, aumenta assim o leque de diversidade de ambientes húmidos em Marte. Agora já seco e sem atividade vulcânica, o antigo mar da Eridania tinha uma área cúbica de 210 mil quilómetros.

fontes ;



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Sim, podemos viver em Marte. Mas devemos?





NASA
É uma questão de tempo até que a Humanidade se estabeleça no Planeta Vermelho: nós vamos, resta apenas saber quando. A dúvida já não é se conseguimos ir a Marte. É se devemos ir. Perguntámos à ESA.
nvasores. É o apelido de qualquer ser humano. Exploradores que do medo fazem uma curiosidade poderosa demais para ser ignorada. Foi esse o ímpeto que nos pôs a bordo de caravelas para dar novos mundos ao mundo. Foi esse o ímpeto com que nos sentámos no primeiro avião e ganhámos asas. Subimos as montanhas mais altas do planeta, mergulhámos nas profundezas. Quando nada disso já nos bastava, quando o horizonte já não era uma fronteira, olhámos para o céu. E víamos as estrelas quando Iuri Gagarin nos olhou a todos de cima avisando que dali não via Deus. Víamos as estrelas quando Kennedy prometeu levar-nos à Lua “não porque era fácil, mas exatamente porque era difícil” e depois Neil Armstrong deu aquele “pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”. Passados quarenta e sete anos, Barack Obama pôs-nos outra vez a deambular pelas estrelas, dizendo que nos íamos “impulsionar pelo Sistema Solar fora, não apenas para o visitar, mas para ficar”. Disse que o faríamos, em território marciano, na próxima década. Mas e, agora, será que de tanto sonhar com as estrelas, começámos a sonhar alto demais?

Um grande passo da Lua para Marte

Está (quase) tudo ao nosso alcance, confessa Emmet Fletcher, porta-voz da Agência Espacial Europeia, ao Observador após a apresentação na embaixada dos Estados Unidos em Portugal da nova série “Marte”, que estreia este domingo na National Geographic às 22h30. A série, que pode chegar à RTP em seis meses, junta o conhecimento científico da revista com o know-how do entertenimento da 21st Century Fox e imagina o mundo em 2033, quando as agências espaciais se juntam para levar a missão Daedalus a Marte. Pura ficção?

Estamos tecnologicamente mais preparados agora para chegar a Marte algures nos próximos dez anos do que estávamos de chegar à Lua em 1961, quando John F. Kennedy deu aquele pequeno grande passo. Mas os planos de hoje, embora igualmente ambiciosos, são diferentes: “Ir a Marte depende mais da quantidade de recursos que temos veiculadas para esse projeto. Quando Kennedy disse que enviaria astronautas à Lua e que os traria de volta e em segurança, a percentagem de investimento do produto interno bruto dos Estados Unidos era uma imensidão. Nada como é agora. Esse é o nosso maior problema, porque a engenharia é algo que podemos criar. A tecnologia que temos ao nosso dispor já não é motivo de preocupação. Os recursos financeiros são”, explica Fletcher.
O dinheiro é um problema, mas está a tentar ser ultrapassado através de uma filosofia muito simples: a viagem a Marte não pode ser uma corrida (como foi a ida à Lua nos tempos da Guerra Fria), tem de ser”um esforço cooperativo”. Os recursos de que precisamos para chegar a Marte são tão grandes que, neste momento, muitas das missões que se estão a desenrolar no espaço são o resultado de parcerias entre agências nacionais e internacionais e (até de) empresas privadas. A ExoMars, por exemplo, que tenciona explorar alguns dos mistérios marcianos, é um projeto conjunto entre a ESA (com os estados-membros europeus) e a Roscosmos, a agência espacial russa. O Telescópio Espacial James Webb, sucessor do Telescópio Hubble, é uma missão conjunta da ESA, da NASA e da Agência Espacial Canadiana. A falecida Rosetta, uma sonda enviada ao cometa 67P para encontrar algumas respostas sobre a origem da vida, era composta por materiais norte-americanos e alemães também. “Tudo isto só é possível se houver um consenso político nesse sentido, principalmente quando temos os olhos postos em Marte. Isso faz aliás parte da genética da ESA, que é composta por 22 estados-membros. Todos os dias mostramos que vinte e dois países a trabalharem juntos podem fazer coisas fantásticas. Porque no fundo tudo se resume a Ciência“.

Uma conquista contra a morte

E a Ciência reconhece que estamos a tentar entrar num mundo de facto agressivo. E não queremos apenas entrar, mas viver. Da próxima vez que olhar para as estrelas e encontrar um ponto vermelho intrémulo no céu, está na verdade a encarar um mundo a 60 milhões de quilómetros de distância onde um ser humano ficará exposto a uma dose de radiação duzentas vezes maior do que a que está exposto num ano na Terra. É uma quantidade tão grande de radiação cósmica que poderia alterar a cadeia de ADN e as células cerebrais.
Os ossos começariam a definhar até perderem dez por cento da sua massa original. Os músculos que suportam os nossos joelhos e o fémur minguariam na viagem até Marte por não estarem sujeitos à força da gravidade. Os líquidos corporais não seriam drenados. Estas são apenas alguns dos efeitos de uma longa estadia no espaço, comprovadas depois de Scott Kelly, um astronauta norte-americano, ter ficado um ano inteiro na Estação Espacial Internacional.O estudo serviu exatamente para dar mais respostas sobre o que é necessário preparar para uma viagem saudável até Marte, um planeta com apenas um por cento da atmosfera terrestre e um terço da gravidade e que é tão agreste na primavera marciana como é a Sibéria no meio do inverno terrestre. Estar em Marte seria tão difícil como subir o monte Evereste sem uma máscara de oxigénio. Ou seja, mortífero.


“Enfrentamos riscos, absolutamente. É sempre um risco ir ao espaço, mas é um risco que estamos dispostos a cometer. O perigo é necessário para fugir ao comodismo: estamos fora do nosso ambiente natural, estamos sentados nas máquinas mais complexas alguma vez construídas pelo ser humano. Estas máquinas queimam duas centenas de toneladas de combustível em dois minutos, por isso há um risco”, admite Emmet Fletcher ao Observador. A 23 de abril de 1967, o soviético Vladimir Komarov morreu quando a cápsula da missão Soyuz 1 explodiu ao reentrar na atmosfera terrestre. Foi a primeira morte humana confirmada na história da exploração espacial. A 28 de janeiro de 1986 o vaivém Challenger explodiu 73 segundos depois de descolar e toda a tripulação – sete astronautas – perdeu a vida. A 1 de fevereiro de 2003, sete astronautas morreram quando vaivém o Columbia se desintegrou a dezasseis segundos de pousar no chão. Estamos prontos para mais vítimas?
A SpaceX acredita ter a resposta. A empresa de exploração espacial privada de Elon Musk coloca todas as esperanças na retropopulsão sónica da Falcon 9, que aterrou com segurança num navio em alto-mar em dezembro do ano passado depois de ter sido lançado do Cabo Canaveral, Florida. Ainda este ano, a SpaceX pretende levar um ser humano para o espaço a bordo deste veículo de lançamento descartável: se tudo correr bem, a empresa fica ainda mais confiante de que é possível levar o Homem a Marte em 2025 e com custos reduzidos: apenas 1% do que atualmente é necessário para levar satélites ou objetos para a Estação Espacial Internacional. Para Elon Musk, não há outro remédio: é em solo marciano, garante, que vai morrer um dia, mas só depois de ter dado “um passo essencial no caminho para a fundação de uma colónia em Marte”.
A NASA é um pouco menos ambiciosa: diz que vamos a Marte, sim, mas que primeiro vamos só “farejar” o planeta, enviando astronautas apenas para o orbitar. Nada parecido ao entusiasmo e Vdon Braun em 1969, quando correu até Richard Nixon, ainda com a imagem daqueles fatos brancos a caminhar pelo solo da Lua, a pedir que rumássemos também a Marte logo em 1982. Hoje, já é uma vitória termos conseguido pousar o veículo Curiosity no solo avermelhado do planeta.
A ESA também pensa num passo de cada vez, admite Emmet Fletcher. A missão ExoMars provou ser necessário ter paciência: embora a sonda TGO tenho entrado corretamente na órbita de Marte no mês passado, a plataforma Schiaparelli não aterrou como era planeado: o pára-quedas soltou-se cedo demais e a máquina entrou em queda livre mais cedo do que era suposto. Estilhaçou-se a 60 milhões de quilómetros da Terra e transformou-se apenas numa mancha negra nas imagens dos satélites que agora orbitam o planeta. Os cientistas já ultrapassaram a amargura da falha: agora querem aprender com os erros até 2020, altura em que os europeus vão lançar um Rover no solo marciano.
É que antes de enviar humanos para Marte, há um desvio a fazer. Primeiro, vamos regressar à Lua: “Uma das propostas como parte da exploração é, na verdade, ir à Lua primeiro. Claro que isto é tudo discutível e todas as agências espaciais têm as suas próprias opiniões, mas uma das coisas que estamos a considerar seriamente é ensaiar a nossa ida a Marte usando a Lua como uma base de testes“, explicou Emmet Fletcher ao Observador.



Vamos. Temos de ir. Devemos ir?

Tudo isto existe e tudo isto parece ser o nosso fado. A SpaceX está tão certa que a nossa permanência na Terra não pode ser eterna que alguns trabalhadores vestem t-shirts com a mensagem “Ocupar Marte” para os motivar a encontrarem uma nova casa – como se o teto da atual estivesse prestes a desabar. A verdade é que estarmos vivos de todo é um milagre (cientificamente falando): todos os dias desafiamos a morte na Terra, enfrentando bactérias e vírus que podem ser fatais. Um dia, talvez não consigamos escapar ao sufoco provocado pela nossa exploração exagerada dos recursos terrestres, nem escapar de um meteorito tão implacável como o que extinguiu os dinossauros. Faltava-lhes um programa espacial, brincou uma vez Larry Niven, escritor de ficção científica norte-americano.
A cada milhão de anos, recorda Fletcher, a Terra é exposta a uma extinção em massa e nós temos de estar prontos para sermos “os mais aptos” previstos por Darwin na Lei da Sobrevivência.Mas pode ser a nossa pequenez a rampa de lançamento para a grandeza dos nossos feitos. Carl Sagan, o astrónomo e astrobiólogo que mais divulgou a Ciência do espaço, disse que “em toda a sua caminhada, todas as civilizações planetárias vão ser ameaçadas por impactos do espaço” e, por isso, “todas as civilizações sobreviventes têm o dever de se tornarem exploradoras do espaço, não por causa de “qualquer romantismo, mas por “uma razão mais prática que se pode imaginar: permanecer vivo”.
Claro que hoje as coisas são diferentes, apazigua Emmet Fletcher: temos tecnologia suficiente para prever de onde vem o perigo e de como enfrentá-lo. Mas é o desconhecido que mais assusta: “A verdade é que não sabemos como é que as coisas vão correr no Sistema Solar. Mesmo em relação ao Sol, não sabemos tudo sobre como é que ele se comporta. Neste momento, tem estado num período bastante calmo, estável e compreensão para nós, mas há a possibilidade de isso mudar. E nesse caso nós temos de saber como replicar a Terra noutro lado qualquer”.
Sim, replicar. Porque a ideia de explorar e colonizar Marte não passa apenas por aprendermos a viver num planeta que não suportamos naturalmente: a ideia é transformá-lo numa Terra com oceanos e uma atmosfera suportável. Sabemos que é possível porque temos provas de que aconteceu em Vénus: lá, a atmosfera era em tudo semelhante à nossa, mas depois alterou-se à medida que envelheceu. Em Marte, temos matéria-prima para isso: há dióxido de carbono, há oxigénio, há água congelada e até metano (embora não saibamos bem como). A colonização do planeta, por mais distante que possa parecer, pode mesmo acontecer. Mas deve acontecer? Será o nosso plano ético?
À National Geographic, o cientista planetário Chris McKay diz que “a sugestão de que os seres humanos podem encontrar refúgio em Marte depois de estragarem a Terra é ética e tecnicamente absurda“. E prossegue: “Acho que precisamos de perceber que o fracasso não é uma opção. A noção de Marte como barco salva-vidas faz o final do Titanic parecer feliz”.
A ESA ainda não pensa em viver em Marte, mas diz que ir lá é simplesmente necessário: a vida na Terra só pode melhorar se conhecermos bem o que que se passa lá fora. “Investir tempo, energia e dinheiro em explorar o Universo é exatamente investir os mesmos recursos na Terra. Temos muitos programas em andamento. Temos uma direção inteira completamente devota a observar a Terra: em reunião com a Comissão Europeia, no âmbito do programa Copérnico, estamos a lançar missões para estudar a Terra em vários campos, para que possamos entender, por exemplo, como é que a agricultura muda em função das estações e dos anos, quais são as tendências. Então, uma parte de tudo o que fazemos no espaço é para explorar o Sistema Solar. Outra parte é para explorar a Terra“, explica Emmet Fletcher. Ir a Marte é descobrir do que precisa o corpo humano para sobreviver. Isso ajuda-nos a sobreviver na Terra.
Fletcher afirma que é quase certo que um jovem na casa dos vinte anos ainda consiga assistir a uma “amartagem” com os pais ao lado, que ainda eram crianças quando o Homem chegou à Lua. Mas uma chegada a Marte, se acontecer tal como a planeamos agora, prova que não é tarde demais para explorar a Terra. Nem cedo demais para explorar o universo.



Elon Musk revelou o plano de colonização de Marte





Musk estima que seja necessário um investimento de 10 mil milhões de dólares
Jason Davis/SpaceX
O presidente-executivo da SpaceX apresentou esta sexta-feira, na Austrália, uma versão melhorada e detalhada do seu plano de colonização de Marte.
O novo conceito de colonização de Marte apresentado esta sexta-feira pelo presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, inclui foguetões e veículos mais pequenos e desenhados para um uso mais amplo, além da exploração de Marte, como por exemplo a instalação de uma base lunar ou transportes de longa distância entre dois pontos na Terra.
O projeto do foguetão Falcon 9 (o brinquedo preferido da SpaceX) vai ser abandonado por fases, tal como os veículos Falcon Heavy e Falcon Dragon, por fazerem parte de uma linha de aeronaves que não tem lugar nos novos objetivos da empresa.
Os planos conhecidos esta sexta-feira no 68.º Congresso Internacional de Astronáutica, na Austrália, tem sido aprimorado no último ano, desde que o conceito de colonização de Marte foi apresentado no México. Na altura, Musk ambicionava levar um milhão de pessoas para Marte no espaço de 40 a 100 anos.
O que agora ficamos a saber não se afasta desses objetivos, mas esclarece com mais detalhe como será feito o transporte, nomeadamente os pormenores técnicos dos foguetes e aeronaves — que Musk estima representarem um investimento de 10 mil milhões de dólaresEm 2012, a SpaceX só somava 4 mil milhões em receitas, mas o empresário que também detém a Tesla, diz ter solução.
“A coisa mais importante que eu quero endereçar nesta apresentação é que eu acho que já arranjámos forma de pagar isto tudo”, disse.

Um conceito em evolução

O plano de Elon Musk de colonizar Marte gira à volta de um foguete grande — chamado BFR — que é capaz de levar uma nave espacial até ao espaço e de a deixar em órbita. Essa nave, capaz de transportar 100 pessoas, fica em órbita enquanto que o BFR regressa à Terra.
À semelhança dos foguetes da gama Falcon, o BFR será capaz de aterrar verticalmente — de forma a poder descolar logo a seguir. Quando regressar à órbita, o BFR levará combustível para abastecer a nave, que daí parte em direção a Marte.
Uma vez em Marte, 99% da energia da nave será gasta ao atravessar a atmosfera do planeta vermelho, mesmo antes de aterrar suavemente na superfície marciana.
Os novos modelos são mais pequenos e têm menos propulsores, uma evolução desde que o primeiro conceito foi apresentado.

E a fatura?

De forma a tornar este novo sistema financeiramente possível, Musk explicou que a SpaceX vai aproveitar o valor poupado com a reutilização de materiais, além da combinação dos veículos numa só linha de produção.
Queremos ter um propulsor e uma nave que substituam [os modelos] Falcon. Se conseguirmos fazer isso, todas as matérias primas podem ser aplicadas neste sistema”, elaborou.
Musk explicou que o BFR (o tal foguete grande) é capaz de fortalecer o negócio base da SpaceX — que é lançar satélites para empresas públicas e privadas. Mostrou ainda o esboço de uma nave capaz de levar telescópios e satélites gigantes e não só: capaz de colocar em órbita uma nave que iria recolher o lixo espacial.

Mas ainda voltamos à Lua

A NASA tem nos seus planos construir uma pequena estação na órbita da Lua chamada “Deep Space Gateway”, que serviria de ponto de partida e chegada para voos comerciais ou missões à Lua. Especula-se que a administração do atual presidente norte-americano Donald Trumpvenha a dar indicações à NASA para se envolver em mais missões na superfície lunar (a última foi em 1972).
Musk explicou que apenas um tanque de combustível seria suficiente para transportar uma nave até à superfície lunar e voltar.
Uma outra aplicação das naves seria o transporte entre pontos distantes da Terra. Um vídeo (bastante ambicioso) mostra como seriam utilizadas as novas naves da SpaceX para fazer o trajeto Nova Iorque — Xangai em 39 minutos.



O plano anterior previa que uma nave aterrasse em Marte em 2022. O deadline continua o mesmo: duas naves com matéria-prima vão aterrar em 2022, com quatro veículos a chegarem a 2024. Duas destas naves vão ser pilotadas o que, de acordo com o plano de Elon Musk, os humanos vão caminhar em Marte em apenas sete anos. “Não é uma gralha”, brinca o empresário: “É uma aspiração!”


Elon Musk revela foguete mais potente da SpaceX para realizar viagens até Marte




Agora sabemos como Elon Musk planeja levar um milhão de pessoas para Marte.

Em uma conferência realizada no México no dia 27 de setembro, o fundador e CEO da empresa SpaceX revelou o Sistema de Transporte Interplanetário (ITS, na sigla em inglês) da companhia, que combinará o foguete mais poderoso já construído com uma espaçonave desenhada para carregar pelo menos 100 pessoas por voo para o Planeta Vermelho.

Se tudo sair de acordo com o planejado, o ITS, que é reutilizável, ajudará a humanidade a estabelecer uma colônia permanente e autônoma em Marte dentro dos próximo 50 a 100 anos, disse Musk no Congresso Astronáutico Internacional, em Guadalajara.

"O que eu realmente quero é fazer Marte parecer possível — fazer ele parecer como algo que conseguiremos fazer durante nossas vidas, e que você poderá ir,” ele afirmou.
Sistema de Transporte de Marte
O foguete do ITS será mais ou menos como uma versão aprimorada do foguete Falcon 9, também da SpaceX, disse Musk. Mas o foguete de 77,5 metros do ITS contará com 42 motores Raptor, enquanto o Falcon 9 possuía 9 motores Merlin.  Quando combinado com a sua nave tripulada, o ITS terá 122 metros de altura, escreveu Musk no Twitter. Isso o tornaria o maior sistema de voo espacial já construído, maior até do que o lendário foguete lunar da Nasa, o Saturno V.

A nave, que fica no topo do foguete, terá 49,5 metros de altura e 17m de comprimento, além de nove Raptors próprios. O foguete lançará a nave para a órbita terrestre e retornará, fazendo um pouso suave no seu lugar de lançamento, previsto para ser a Plataforma de Lançamento 39A, no Kennedy Space Center, da Nasa, na Flórida.

A espaçonave decolará com pouco ou nenhum combustível a bordo, para maximizar a carga —pessoas, carregamentos, ou uma combinação de ambos — que a nave poderá levar para órbita. Um foguete do ITS será lançado novamente, com um tanque acoplado, e irá de encontro com com a nave em órbita para abastecê-la.

Então, quando for a hora certa — uma vez que Terra e Marte se alinham de maneira favorável para missões interplanetárias apenas uma vez a cada 26 meses — a porção de nave do ITS ligará seus motores e sairá da órbita terrestre em direção à Marte.

A nave espacial será capaz de transportar pelo menos 100 e até 200 pessoas, segundo Musk. Ela provavelmente também contará com salas de cinema, halls de leitura e um restaurante, proporcionando aos pioneiros do Planeta Vermelho uma experiência bem diferente da que tiveram os astronautas da missão Apollo, espremidos em uma pequena cápsula em sua viagem para a Lua.

"Será muito, muito divertido ir,” afirmou Musk. “Você aproveitará muito.”

Os poderosos Raptors vão permitir que a nave faça a viagem em 80 dias, inicialmente, dependendo de onde a Terra e Marte estarão exatamente naquele momento, informou Musk. Seria uma viagem bem rápida; usando a tecnologia disponível atualmente, leva de seis a nove meses para uma nave chegar até o Planeta Vermelho.

E Musk disse que eventualmente a nave do ITS conseguirá encurtar a viagem para apenas 30 dias.

Mas não haverá apenas uma nave fazendo essa viagem. Quando o ITS realmente estiver em total operação, mais de mil naves partirão para Marte a cada 26 meses.



“A frota colonial de Marte partiria em massa,” disse Musk. Essa frota pousaria em Marte usando "retropropulsão supersônica”, reduzindo a velocidade o suficiente para tocar o solo de maneira suave através da ativação de propulsores de bordo ao invés de confiar em paraquedas. A SpaceX afirmou que pretende testar essa técnica de pouso durante a próxima missão da companhia, intitulada “Dragão Vermelho”, que busca lançar a cápsula não-tripulada Dragão da empresa em direção à Marte em maio de 2018.
Uma viagem de ida e volta
A SpaceX também planeja construir uma fábrica movida a energia solar em Marte que usará dióxido de carbono e água do gelo presentes no ar e solo do planeta, respectivamente, para gerar metano e oxigênio — o propulsor usado pelo motor Raptor. (Musk não discutiu outros aspectos da colônia de Marte; a SpaceX está se concentrando na arquitetura do transporte, seguindo o raciocínio de que os próprios colonos construirão eles mesmos a maior parte das cidades em que viverem.)

As naves do ITS serão reabastecidas em Marte e lançadas de volta para a Terra, o que significa que possíveis colonos não precisam ficar no Planeta Vermelho para sempre se não quiserem. (Sair de Marte não exige um grande foguete, porque o planeta é muito menor do que a Terra e, por isso, tem um “puxão” gravitacional bem mais fraco.)

"Nós precisamos da nave de volta, então ela voltará,” disse Musk. “Você pode entrar a bordo ou não.”

Cada espaçonave do ITS provavelmente poderá voar aproximadamente doze vezes, e cada foguete deverá presenciar ainda mais ação, afirmou Musk. Essa reutilização é o componente chave do plano da SpaceX, e deve ser o principal fator envolvido em abaixar os preços de uma viagem à Marte — que, segundo Musk, devem chegar a US$ 10 bilhões por pessoa usando a tecnologia de hoje — para níveis razoáveis.

"A arquitetura permitirá um preço por ticket de menos de US$ 200.000” disse Musk. “Nós achamos que poderíamos derrubar o preço de mudar-se definitivamente para Marte para menos de US$ 100.000”
Em breve?
Menos de 5% do pessoal da SpaceX está trabalhando no ITS no momento, segundo Musk. E a companhia está gastando anualmente apenas algumas dezenas de milhões de dólares no projeto, o qual, segundo as estimativas de Musk, exigiria um investimento de cerca de US$10 bilhões.

Mas isso deve mudar, à medida que a SpaceX termine os trabalhos na versão final do Falcon 9 e da cápsula tripulada Dragão, que carregará astronautas da Nasa da e para a Estação Espacial Internacional (e, talvez, para outros destinos perto da Terra), afirmou Musk.

Musk ambiciona que, dentro de dois anos, a maior parte dos engenheiros da empresa esteja se dedicando ao ITS, com a companhia gastando anualmente US$ 300 milhões no projeto. Ele prevê que outras organizações eventualmente também ajudarão a SpaceX na colonização de Marte, dizendo que o esforço será “uma enorme parceria público-privada.”

Ele diz que espera completar o primeiro desenvolvimento da nave dentro de quatro anos, e então começar a testes suborbitais logo depois. Se tudo correr muito bem, diz Musk, o ITS poderia lançar sua primeira missão para Marte “dentro de 10 anos”.

Enquanto isso, a SpaceX planeja continuar lançando Dragões em direção ao Planeta Vermelho a cada 26 meses usando o foguete Falcon Heavy da companhia, com objetivo de testar a tecnologia e estabelecer uma “cadência constante” de missões robóticas das quais cientistas possam aproveitar para mandar experimentos para Marte, afirmou Musk.

O ITS também poderia ser usado para outros objetivos, possivelmente permitindo à raça humana explorar a lua Europa, de Júpiter,  que possui um oceano, ou ainda permitindo que um carregamento seja transportado de Tóquio a Nova York em 25 minutos, disse Musk. Mas, por enquanto, o principal objetivo é colonizar Marte, que, como o empresário já disse várias vezes, é a razão pela qual iniciou a SpaceX, em 2002.

"O objetivo é nos tornarmos uma civilização viajante do espaço e uma espécie multiplanetária,” concluiu o empreendedor bilionário, acrescentando que isso tornará a espécie humana menos suscetível à extinção. “A maior razão pela qual eu estou pessoalmente acumulando bens é para financiar isso.”



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domingo, 1 de outubro de 2017

UFO de disco gigante encontrado em Marte 2015, Notícias de observação de UFO




UFO de disco gigante encontrado em Marte 2015, Notícias de observação de UFO




Este disco gigante em forma de OVNI foi encontrado em Marte 2015, podemos ver o que parece um ofício em forma de disco claro com uma coloração prateada. Captura de tela do vídeo. Data - Março de 2015Localização - NASA NASA Fonte - http://www.msss.com/moc_gallery/m13_m18/full_gif_non_map/M18/M1800558.gif Estados de testemunha ocular - 





UFO de disco gigante encontrado em Marte 2015, Notícias de observação de UFO


"Um possível UFO foi fotografado por uma das câmeras Malin Space Science que atualmente estão operando em órbita em torno de Marte. É interessante notar que o objeto tem uma semelhança impressionante com o navio espacial Jupiter 2 da popular série de ficção científica perdida no espaço ".


Criatura Humanoid Encontrado Morrendo em Marte 2015, Notícias de Observação de OVNI




Esta criatura moribunda foi capturada em Marte 2015, o testemunho que descobriu a figura não identificada afirmou que parece que está com dor ou morrendo, muitos disseram que parece estar ajoelhado. 






Data de descoberta - agosto de 2015

Localização da descoberta - Marte

Foto de origem - http://mars.jpl.nasa.gov/msl-raw-images/msss/00036/mcam/0036MR0148001000E1_DXXX.jpg

Esta é uma foto muito interessante que foi descoberta pelo  MNMSPZC do Youtube , eles afirmam que mostra uma criatura morrendo.



Suposta criatura misteriosa foi descoberta rastejando em Marte




Esta criatura misteriosa foi descoberta rastejando em Marte, o avistamento estava perto do local de pouso da Rover de Marte, o estranho sobre isso é que você pode ver uma trilha que a criatura deixou. Estados da NASA - 

Worm Criature Crawls Across Mars Surface, UFO Sighting News

Worm Criature Crawls Across Mars Surface, UFO Sighting News



"Esta imagem da câmera panorâmica da Oportunidade de Rover de Marte mostra um octant de uma imagem panorâmica maior que ainda não foi completamente processada. O panorama completo, denominado" Rei Leão ", foi obtido nos sols 58 e 60 da missão como o rover foi Empoleirado no lábio de Eagle Crater, majestoso, olhando para a sua antiga casa. É o maior panorama ainda obtido por qualquer rover. O octant, que fica diretamente na cratera, mostra características tão pequenas quanto alguns milímetros em todo o campo perto o braço rover, para apresentar alguns metros ao longo ou maior no horizonte ".

fontes ;


Esta mulher alienígena foi capturada pela NASA em Marte




Mulher estrangeira em Marte capturada observando Mars Rover, UFO Sightings

Esta mulher alienígena foi capturada pela NASA em Marte, a figura fantasma parece estar observando o rover de longe. Isso foi descoberto pelo  UFOovni2012  do Youtube e eu tenho que admitir, parece uma mulher parcialmente em camadas. A mulher parece ter seios ... indicada pela sombra no peito. Nós também vemos dois braços que são mais claros e o que parece uma cabeça com cabelos longos. É difícil dizer se este é um ser vivo, ou uma estátua de um ser há muito tempo. No entanto, uma estátua pequena seria erodida e destruída facilmente, por isso tem maior chance de ser um ser vivo.Também está de frente para o rover de Marte ... observando-o à distância.






Mulher estrangeira em Marte capturada observando Mars Rover, UFO Sightings

Mulher estrangeira em Marte capturada observando Mars Rover, UFO Sightings






terça-feira, 26 de setembro de 2017

Vestígios de civilização extraterrestre? Ufólogos acham 'cidade antiga' em Marte (VÍDEO)

Resultado de imagem para Vestígios de civilização extraterrestre? Ufólogos acham 'cidade antiga' em Marte (VÍDEO)





Ao analisar as imagens de Marte, obtidas nas missões espaciais, os ufólogos detectaram objetos extraordinários que lembram ruinas antigas, informa o jornal Moskovsky Komsomolets.
De acordo com ufólogos, esta descoberta abre as portas para a possibilidade de existência de uma cidade antiga em Marte, que teria sido habitada por extraterrestres. 



No vídeo dedicado ao "descobrimento", ufólogos comparam várias imagens de Marte com fotos de cidade antigas terrestres, chegando à conclusão de que há muitas coincidências entre elas. 
Além do mais, os autores do vídeo acusam especialistas da NASA de terem retirado alguns edifícios antigos com ajuda de programas de edição de imagens para esconder a existência dos mesmos, o jornal Moskovsky Komsomolets cita as palavras dos autores.
Por sua vez, a comunidade científica afirma que são apenas rochas que conseguiram tais formas extraordinárias devido à pressão atmosférica em Marte.   
Entretanto, vários cientistas renomados não excluem a possibilidade de haver vida no Planeta Vermelho. Os argumentos desta hipótese são baseados na recente descoberta do zinco e do germânio na área da cratera de Gale, mas a vida tratada por eles corresponde a organismos unicelulares, ao invés de seres superinteligentes.