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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Marca da civilização extraterrestre? Estátua extraordinária encontrada em Marte (VÍDEO)




Estátua extraordinária encontrada em Marte


Um ufólogo revelou uma estátua extraordinária nas fotos de Marte tiradas pela sonda Curiosity, comunica a edição Planet Today.
O vídeo que mostra a descoberta foi publicado no YouTube
Segundo a Planet Today o objeto revelado lembra uma estátua humana. Se comunica que ela foi encontrada no fundo do lago marciano Gillespie. 
Um ufólogo, usuário do portal Paranormal Cruicible, acredita que a estátua possa representar um dos seres vivos de Marte. 
A figura tem uma espécie de capacete, roupas compridas e largas.
Suposta estátua em Marte após o processamento da imagem
Suposta estátua em Marte após o processamento da imagem
Vale a pena acrescentar que os ufólogos têm divulgado numerosos sinais de civilizações extraterrestres em Marte, mas os representantes da NASA até agora não confirmaram nenhum fato de existência de quaisquer seres vivos no planeta. 
fontes ;



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Pistas sobre origem da vida na Terra podem estar em Marte




A NASA descobriu vestígios da existência de um mar em Marte há 3,7 milhões de anos que podem conter a resposta para um dos grandes mistérios do nosso planeta: o da origem da vida.


ESA & MPS for OSIRIS Team MPS/UPD/LAM/IAA/RSSD/INTA/UPM/DASP/IDA, CC BY-SA 3.0 IGO
Ninguém sabe ao certo quais são as origens da vida no planeta Terra nem o ambiente em que esta se formou. Contudo, a NASA descobriu vestígios da existência de um lago gigante no sul de Marte que podem conter pistas sobre a origem da vida na Terra, que se sabe ter aparecido há cerca de 4 mil milhões de anos.
A agência norte-americana encontrou depósitos de minerais debaixo da bacia da Eridania que levam a crer que terá tido um lago gigante há cerca de 3,7 mil milhões de anos. Estes depósitos terão resultado de atividade vulcânica que aquecia a água parada. De acordo com Paul Niles, geologista planetário da NASA e co-autor do estudo do local, este pode esclarecer o “tipo de ambiente onde a vida pode ter começado na Terra”.

Esta região do mar da Eridania mostra alguns dos depósitos em questão, parcialmente enterrados debaixo de outros depósitos vulcânicos mais recentes. Crédito: NASA/JPL-Caltech/MSSS
Numa notícia publicada no site da NASA, Niles diz que a “atividade vulcânica combinada com a água parada providenciou condições que provavelmente eram semelhantes a condições existentes na Terrapor volta da mesma altura”. E foi nessa altura, diz o geologista, que a vida “estava a evoluir” no nosso planeta.
Apesar de isto não querer dizer que alguma vez se vá descobrir que Marte teve vida, o achado pode dar pistas essenciais no que toca a perceber em que ambiente surgiu a vida na Terra. Até porque as provas mais antigas de vida no nosso planeta foram encontradas em depósitos com características semelhantes.

Este diagrama é uma interpretação de como alguns dos depósitos do Eridania se formaram. Representados a verde, estes depósitos são resultado da alteração do material vulcânico graças à atividade hidrotermal. O diagrama também propõe a possibilidade de o mar ter estado coberto por uma camada de gelo. Crédito: NASA
Segundo Niles, o lago, que terá tido um tamanho 10 vezes maior do que todos os Grandes Lagos da América do Norte, era “profundo” e de “longa vida”, um “ambiente hidrotermal” como os da Terra e semelhante a ambientes onde seria possível encontrar vida noutros planetas. “Vida que não precisa de uma boa atmosfera ou de uma superfície temperada, mas apenas rochas, calor e água“, afirma o norte-americano.
O estudo, da co-autoria de Paul Niles e Joseph Michalski, aumenta assim o leque de diversidade de ambientes húmidos em Marte. Agora já seco e sem atividade vulcânica, o antigo mar da Eridania tinha uma área cúbica de 210 mil quilómetros.

fontes ;



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Elon Musk revelou o plano de colonização de Marte





Musk estima que seja necessário um investimento de 10 mil milhões de dólares
Jason Davis/SpaceX
O presidente-executivo da SpaceX apresentou esta sexta-feira, na Austrália, uma versão melhorada e detalhada do seu plano de colonização de Marte.
O novo conceito de colonização de Marte apresentado esta sexta-feira pelo presidente-executivo da SpaceX, Elon Musk, inclui foguetões e veículos mais pequenos e desenhados para um uso mais amplo, além da exploração de Marte, como por exemplo a instalação de uma base lunar ou transportes de longa distância entre dois pontos na Terra.
O projeto do foguetão Falcon 9 (o brinquedo preferido da SpaceX) vai ser abandonado por fases, tal como os veículos Falcon Heavy e Falcon Dragon, por fazerem parte de uma linha de aeronaves que não tem lugar nos novos objetivos da empresa.
Os planos conhecidos esta sexta-feira no 68.º Congresso Internacional de Astronáutica, na Austrália, tem sido aprimorado no último ano, desde que o conceito de colonização de Marte foi apresentado no México. Na altura, Musk ambicionava levar um milhão de pessoas para Marte no espaço de 40 a 100 anos.
O que agora ficamos a saber não se afasta desses objetivos, mas esclarece com mais detalhe como será feito o transporte, nomeadamente os pormenores técnicos dos foguetes e aeronaves — que Musk estima representarem um investimento de 10 mil milhões de dólaresEm 2012, a SpaceX só somava 4 mil milhões em receitas, mas o empresário que também detém a Tesla, diz ter solução.
“A coisa mais importante que eu quero endereçar nesta apresentação é que eu acho que já arranjámos forma de pagar isto tudo”, disse.

Um conceito em evolução

O plano de Elon Musk de colonizar Marte gira à volta de um foguete grande — chamado BFR — que é capaz de levar uma nave espacial até ao espaço e de a deixar em órbita. Essa nave, capaz de transportar 100 pessoas, fica em órbita enquanto que o BFR regressa à Terra.
À semelhança dos foguetes da gama Falcon, o BFR será capaz de aterrar verticalmente — de forma a poder descolar logo a seguir. Quando regressar à órbita, o BFR levará combustível para abastecer a nave, que daí parte em direção a Marte.
Uma vez em Marte, 99% da energia da nave será gasta ao atravessar a atmosfera do planeta vermelho, mesmo antes de aterrar suavemente na superfície marciana.
Os novos modelos são mais pequenos e têm menos propulsores, uma evolução desde que o primeiro conceito foi apresentado.

E a fatura?

De forma a tornar este novo sistema financeiramente possível, Musk explicou que a SpaceX vai aproveitar o valor poupado com a reutilização de materiais, além da combinação dos veículos numa só linha de produção.
Queremos ter um propulsor e uma nave que substituam [os modelos] Falcon. Se conseguirmos fazer isso, todas as matérias primas podem ser aplicadas neste sistema”, elaborou.
Musk explicou que o BFR (o tal foguete grande) é capaz de fortalecer o negócio base da SpaceX — que é lançar satélites para empresas públicas e privadas. Mostrou ainda o esboço de uma nave capaz de levar telescópios e satélites gigantes e não só: capaz de colocar em órbita uma nave que iria recolher o lixo espacial.

Mas ainda voltamos à Lua

A NASA tem nos seus planos construir uma pequena estação na órbita da Lua chamada “Deep Space Gateway”, que serviria de ponto de partida e chegada para voos comerciais ou missões à Lua. Especula-se que a administração do atual presidente norte-americano Donald Trumpvenha a dar indicações à NASA para se envolver em mais missões na superfície lunar (a última foi em 1972).
Musk explicou que apenas um tanque de combustível seria suficiente para transportar uma nave até à superfície lunar e voltar.
Uma outra aplicação das naves seria o transporte entre pontos distantes da Terra. Um vídeo (bastante ambicioso) mostra como seriam utilizadas as novas naves da SpaceX para fazer o trajeto Nova Iorque — Xangai em 39 minutos.



O plano anterior previa que uma nave aterrasse em Marte em 2022. O deadline continua o mesmo: duas naves com matéria-prima vão aterrar em 2022, com quatro veículos a chegarem a 2024. Duas destas naves vão ser pilotadas o que, de acordo com o plano de Elon Musk, os humanos vão caminhar em Marte em apenas sete anos. “Não é uma gralha”, brinca o empresário: “É uma aspiração!”


domingo, 1 de outubro de 2017

Criatura Humanoid Encontrado Morrendo em Marte 2015, Notícias de Observação de OVNI




Esta criatura moribunda foi capturada em Marte 2015, o testemunho que descobriu a figura não identificada afirmou que parece que está com dor ou morrendo, muitos disseram que parece estar ajoelhado. 






Data de descoberta - agosto de 2015

Localização da descoberta - Marte

Foto de origem - http://mars.jpl.nasa.gov/msl-raw-images/msss/00036/mcam/0036MR0148001000E1_DXXX.jpg

Esta é uma foto muito interessante que foi descoberta pelo  MNMSPZC do Youtube , eles afirmam que mostra uma criatura morrendo.



Suposta criatura misteriosa foi descoberta rastejando em Marte




Esta criatura misteriosa foi descoberta rastejando em Marte, o avistamento estava perto do local de pouso da Rover de Marte, o estranho sobre isso é que você pode ver uma trilha que a criatura deixou. Estados da NASA - 

Worm Criature Crawls Across Mars Surface, UFO Sighting News

Worm Criature Crawls Across Mars Surface, UFO Sighting News



"Esta imagem da câmera panorâmica da Oportunidade de Rover de Marte mostra um octant de uma imagem panorâmica maior que ainda não foi completamente processada. O panorama completo, denominado" Rei Leão ", foi obtido nos sols 58 e 60 da missão como o rover foi Empoleirado no lábio de Eagle Crater, majestoso, olhando para a sua antiga casa. É o maior panorama ainda obtido por qualquer rover. O octant, que fica diretamente na cratera, mostra características tão pequenas quanto alguns milímetros em todo o campo perto o braço rover, para apresentar alguns metros ao longo ou maior no horizonte ".

fontes ;


Esta mulher alienígena foi capturada pela NASA em Marte




Mulher estrangeira em Marte capturada observando Mars Rover, UFO Sightings

Esta mulher alienígena foi capturada pela NASA em Marte, a figura fantasma parece estar observando o rover de longe. Isso foi descoberto pelo  UFOovni2012  do Youtube e eu tenho que admitir, parece uma mulher parcialmente em camadas. A mulher parece ter seios ... indicada pela sombra no peito. Nós também vemos dois braços que são mais claros e o que parece uma cabeça com cabelos longos. É difícil dizer se este é um ser vivo, ou uma estátua de um ser há muito tempo. No entanto, uma estátua pequena seria erodida e destruída facilmente, por isso tem maior chance de ser um ser vivo.Também está de frente para o rover de Marte ... observando-o à distância.






Mulher estrangeira em Marte capturada observando Mars Rover, UFO Sightings

Mulher estrangeira em Marte capturada observando Mars Rover, UFO Sightings






terça-feira, 26 de setembro de 2017

Vestígios de civilização extraterrestre? Ufólogos acham 'cidade antiga' em Marte (VÍDEO)

Resultado de imagem para Vestígios de civilização extraterrestre? Ufólogos acham 'cidade antiga' em Marte (VÍDEO)





Ao analisar as imagens de Marte, obtidas nas missões espaciais, os ufólogos detectaram objetos extraordinários que lembram ruinas antigas, informa o jornal Moskovsky Komsomolets.
De acordo com ufólogos, esta descoberta abre as portas para a possibilidade de existência de uma cidade antiga em Marte, que teria sido habitada por extraterrestres. 



No vídeo dedicado ao "descobrimento", ufólogos comparam várias imagens de Marte com fotos de cidade antigas terrestres, chegando à conclusão de que há muitas coincidências entre elas. 
Além do mais, os autores do vídeo acusam especialistas da NASA de terem retirado alguns edifícios antigos com ajuda de programas de edição de imagens para esconder a existência dos mesmos, o jornal Moskovsky Komsomolets cita as palavras dos autores.
Por sua vez, a comunidade científica afirma que são apenas rochas que conseguiram tais formas extraordinárias devido à pressão atmosférica em Marte.   
Entretanto, vários cientistas renomados não excluem a possibilidade de haver vida no Planeta Vermelho. Os argumentos desta hipótese são baseados na recente descoberta do zinco e do germânio na área da cratera de Gale, mas a vida tratada por eles corresponde a organismos unicelulares, ao invés de seres superinteligentes.



terça-feira, 19 de setembro de 2017

Poderia ser mais fácil encontrar civilizações estrangeiras moribundas





Os estrangeiros moribundos poderiam transmitir 
um aviso.
A Astrobiologia é a busca e estudo da vida em outros lugares do universo, e está obcecada com os primórdios. A maioria dos especialistas no campo passa seu tempo inventando teorias sobre as origens da vida, porque saber o que a vida precisa para começar nos permite restringir a lista de lugares que precisamos procurar por ela. No entanto, a determinação das condições iniciais da vida é apenas um aspecto da busca da vida, e como vemos na Terra, a vida pode afetar profundamente um planeta, uma vez que ele se afiance. Ao invés de perguntar como os começos da vida podem parecer em outro planeta, os astrônomos estão começando a se perguntar como um planeta pode parecer que a biosfera chega ao seu fim.

Agora, uma  civilização que se  aproxima de seu apocalipse pode transmitir esse destino de várias maneiras - até e inclusive transmitiendo literalmente a história em uma linguagem alienígena, alertando sobre armadilhas tecnológicas ou pedindo ajuda de qualquer espécie suficientemente avançada para escutar. É impossível prever como essa reunião pode acontecer, no entanto, de modo que a astrobiologia se concentra menos nas corridas falhadas do que nas desafortunadas. Um planeta ou uma estrela que morrerá de forma natural acabará com a corrida de uma espécie com grandeza tão segura como qualquer crise climática ou guerra nuclear, e os astrônomos poderão usar esse evento para encontrar nossos vizinhos galácticos desafortunados.
A idéia surgiu graças a algum trabalho com modelos matemáticos da Terra. Era para estudar a evolução dos fenômenos atmosféricos, mas, voltando o relógio para a frente em vários bilhões de anos, conseguiram ver uma aproximação do estado da Terra no final da vida - e, portanto, da nossa vida. Um evento de extinção pode ser qualquer número de coisas, mas existem algumas características que os astrônomos acreditam que possam compartilhar.
Por exemplo, um planeta submetido a extinções em massa deve ser inundado com compostos liberados pela área de plantas e animais em decomposição. O Methanethiol, em particular, é pensado que só surge de fontes biológicas, e sua presença em um planeta levaria instantaneamente os cientistas a um alto alerta. Seria uma grande indicação de que não estamos sozinhos no universo - ou pelo menos que não  estávamos sozinhos. No momento em que a luz nos trouxe a palavra do dilúvio de Methanthiol, a vida que deu origem a ele pode muito bem ter morrido completamente.
O metano é outro gás significante, e pensa-se que uma atmosfera rica em metano pode indicar a presença de quantidades substanciais de vida microbiana. Na verdade, executando vários modelos de clima em vários milhares de anos, os pesquisadores conseguiram criar um perfil de fim de vida para a Terra. Eles previam o que a Terra poderia parecer aos topógrafos distantes no futuro, procurando maneiras pelas quais a vida na Terra moderna poderia ser detectável naquela época - em alguns bilhões de anos, os micróbios podem ter acumulado uma concentração de metano dez vezes maior atualmente respiramos.
Assim, na busca da vida, em breve, estaremos à procura de planetas vivos e mortos - tanto aqueles que mantêm a vida hoje como aqueles que o mantiveram em algum momento. Encontrar um planeta morto é provavelmente uma questão de encontrar planetas com atmosferas que diferem muito das expectativas, onde alguma força desconhecida deve ter intervindo. Assumimos que a força desconhecida é uma biosfera trabalhadora - algo que dá à Terra, por exemplo, uma quantidade inesperada de dióxido de carbono. Para entrar em previsões muito mais específicas seria fazer suposições sobre a natureza de qualquer espécie alienígena em que possamos tropeçar.
Claro, os planetas podem morrer de várias maneiras. Parece que  Marte  foi atingido por um asteróide e perdeu sua atmosfera para o espaço profundo, terminando toda a vida na superfície (se de fato alguma vez existiu). Por outro lado, planetas como Venus foram propostos para ter hospedado a vida em algum ponto, também. Será importante compreender não apenas como a vida pode se formar, mas como a formação da vida afeta um planeta. Porque ao encontrar os planetas candidatos da vida é uma coisa, encontrar a vida em si tem sido o objetivo real o tempo todo.
fontes ;



segunda-feira, 18 de setembro de 2017

NASA - Esconde ¨CIDADES¨ Inteiras em Marte!!







David Vose  é um usuário do Youtube ganhou destaque recentemente por ter publicado um vídeo onde é revelado o encobrimento maciço da NASA sobre as imagens originais do planeta vermelho que se escondia na realidade estruturas semelhantes em um ambiente urbano complexo. Vose diz sem rodeios que a agência espacial EUA deliberadamente alteradas imagens com o propósito de esconder a existência da humanidade em Marte de cidades inteiras.

Na prática, a NASA se utiliza de  photoshop nas imagens, apagando tudo o que não querem que saibamos. Este não é um vídeo como o outro, porque não é sobre as rochas que se parecem com lagartos ou outras formas estranhas. Estas são imagens reais alargada, restaurados à condição original, depois de ter  removido  os vermelhos e castanhos que a NASA já pintados sobre eles.

                         O que se esconde  depois de retirar o vermelho e o marrom


Filtro - Exposição de Estruturas?


Marte, de acordo com David Vose, assim como a Terra é preenchida com o mesmo tipo de cidade e de civilização. O leitor é, naturalmente, livre para formar sua própria opinião pessoal, depois de ver os vídeos.




terça-feira, 12 de setembro de 2017

Imagens de Spacecraft




Resultado de imagem para máquina espacial MAVEN.

Interpretações de artistas;

Nesta página, você encontrará uma coleção de imagens da máquina espacial MAVEN. Clique em cada imagem para uma versão de resolução completa.
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia Lockheed Martin)
(Cortesia Lockheed Martin)
Conceito do artista MAVEN
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
Cortesia NASA / GSFC
(Cortesia NASA / GSFC)
Cortesia Lockheed Martin
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN visando Marte
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia ULA)
(Cortesia ULA)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
MAVEN Lockheed Illustration
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN
(Cortesia NASA / GFSC)
Ilustração de MAVEN
(Cortesia Lockheed Martin)
Conceito do artista de MAVEN em órbita em Marte
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
(Cortesia NASA / GSFC)
MAVEN com perda atmosférica
(Cortesia GSFC)
MAVEN em Marte
(Cortesia NASA / GSFC)
Tiro lateral de MAVEN
(Cortesia da NASA)
Conceito do artista de MAVEN
(Cortesia da NASA)

Lançamento do MAVEN da Estação da Força Aérea de Cabo Canaveral




(Cortesia da NASA / Bill Ingalls)
(Cortesia da NASA / Bill Ingalls)
(Cortesia ULA)
(Cortesia ULA)
(Cortesia da NASA / Bill Ingalls)
(Cortesia da NASA / Bill Ingalls)
(Cortesia da NASA)
Animação GIF (Cortesia da NASA)

MAVEN no Centro Espacial Kennedy da NASA

(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia NASA / Tim Jacobs)
(Cortesia NASA / Tim Jacobs)
MAVEN HGA no KSC
(Cortesia da NASA / Kim Shiflett)
(Cortesia NASA / Jim Grossmann)
(Cortesia NASA / Jim Grossmann)
(Cortesia NASA / Charisse Nahser)
(Cortesia NASA / Charisse Nahser)
(Cortesia: NASA / Kim Shiflett)
(Cortesia da NASA / Kim Shiflett)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
MAVEN encapsulado na caravana de carga útil
(Cortesia da NASA / Kim Shiflett)
Carimbo de carga útil de MAVEN
(Cortesia da NASA / Kim Shiflett)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)
(Cortesia da NASA)

MAVEN em ATLO em Lockheed Martin

Estrutura do núcleo da nave espacial MAVEN
(Cortesia Lockheed Martin)
Estrutura do núcleo MAVEN durante o teste de cargas estáticas
(Cortesia Lockheed Martin)
Estrutura do núcleo MAVEN e tanque propulsor
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN High-Gain Antenna
(Cortesia Lockheed Martin)
Instalação do tanque de propulsão MAVEN
(Cortesia Lockheed Martin)

(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN High-Gain Antenna with radome
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN Spacecraft with High Gain Antenna integrado
(Cortesia Lockheed Martin)
Matriz solar MAVEN
(Cortesia Lockheed Martin)

(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN em Teste de Acústica
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN na mesa de agitação
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN em Reverberant Acoustics Laboratory
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN baixou na câmara TVAC
(Cortesia Lockheed Martin)
MAVEN em TVAC
(Cortesia Lockheed Martin)
(Cortesia ULA)
(Cortesia ULA)
(Cortesia Lockheed Martin)
(Cortesia Lockheed Martin)
(Cortesia Lockheed Martin)
(Cortesia Lockheed Martin)
fontes;